Confira como foi a evolução da lâmpada nas últimas décadas

Confira como foi a evolução da lâmpada nas últimas décadas

A iluminação das residências e imóveis na atualidade se desenvolve por meio de projetos luminotécnicos que se adaptam às necessidades de cada indivíduo. No entanto, nem sempre foi assim. Como todas as invenções, a evolução da lâmpada ao longo dos anos a transformou em um item que serve para mais do que apenas a iluminação de um espaço, mas também como decoração.

No artigo de hoje, mostraremos como surgiu a lâmpada, como era feita a iluminação antes dela, quais mudanças ocorreram desde a sua criação, bem como alguns dos modelos criados até os dias atuais! Acompanhe!

Como surgiu a lâmpada?

A primeira lâmpada que surgiu foi a incandescente. Segundo dados históricos, o criador dela foi Humphry Davy, que, em 1809, fez um experimento no qual colocou uma fina tira de carbono entre dois polos de bateria, criando, assim, um arco luminoso.

No entanto, foi apenas 70 anos depois, em 1879, que Thomas Edison adquiriu a patente que vinha sendo desenvolvida ao longo de décadas por vários inventores. Sendo assim, a primeira lâmpada elétrica comercializável da qual se tem notícia só foi nascer, de fato, em 1879.

Como era feita a iluminação antes dela?

A iluminação das casas antes do surgimento da lâmpada era feita de forma artesanal. As velas foram um dos materiais mais utilizados. No entanto, não eram tão confiáveis, pois causavam incêndios de grandes proporções, tal como o que queimou metade da cidade de Copenhague na Dinamarca, no século XVIII, dizimando boa parte das construções medievais da cidade.

Recipientes de barro com trapos eram utilizados junto a azeite de origem animal para iluminar os ambientes. Mais tarde, as lamparinas movidas a petróleo foram introduzidas, evoluindo, posteriormente, para as lanternas fechadas em vidro.

Como foi a evolução da lâmpada ao longo do tempo?

Hoje, temos, no mercado, uma série de modelos de lâmpadas que se encaixam a cada uma das necessidades dos imóveis. No entanto, nem sempre foi assim: um trabalho de anos de diversos inventores foi necessário para que tivéssemos acesso a modelos de lâmpadas cada vez mais potentes.

Após a lâmpada incandescente ter passado a ser amplamente comercializada a partir 1892, surgiu, em 1938, o modelo criado por Nikola Tesla — a fluorescente. Diferentemente da primeira, esse protótipo era mais complexo, sendo composto por um tubo de vidro transparente, eletrodos e uma mistura de gases.

O interessante é que a evolução da lâmpada não parou por aí. Após ela, surgiram as lâmpadas halógenas, de neon, de vapor, LED, entre outras — cada qual com as suas vantagens e desvantagens.

Quais mudanças ocorreram desde a sua criação?

A princípio, a ideia era trazer a eletricidade para a realidade das pessoas, proporcionando métodos mais seguros de iluminação que os anteriormente utilizados. No entanto, com o passar do tempo, as lâmpadas passaram a fazer parte de projetos maiores de iluminação, seja para destacar objetos, seja para dar um novo destaque a monumentos históricos.

Com isso, algumas mudanças, como a utilização de materiais ecológicos em sua fabricação, o aumento do tempo de vida útil, a menor depreciação luminosa e a economia de energia, passaram a fazer parte da evolução desse item tão importante no nosso dia a dia.

Novos protótipos de lâmpadas têm sido desenvolvidos constantemente. A ideia não é só garantir o maior aproveitamento da iluminação, mas também atender às necessidades arquitetônicas por designers diferenciados.

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Conheça os tipos de luminárias mais comuns e onde usá-las

Conheça os tipos de luminárias mais comuns e onde usá-las

A iluminação de um projeto decorativo não atende só ao papel funcional de iluminar os ambientes de uma casa: ela é considerada uma das etapas mais importantes — tendo em vista que destaca o que os espaços têm de mais bonito. Para isso, utiliza os mais variados elementos de iluminação indicados para cada local, como luminárias, lustres e pendentes.

Projeto de iluminação

Um projeto adequado de iluminação, seja para o espaço residencial ou para o ambiente de trabalho, influencia o comportamento das pessoas. A luz pode interferir na produtividade de uma empresa e até na capacidade de concentração das pessoas — daí a importância de um projeto ser bem pensado e avaliado.

A princípio, pode até parecer uma tarefa simples, mas na prática não é bem assim. Isso requer experiência e uma certa dose de sensibilidade de quem realiza o projeto, pois cada espaço exige diferentes fontes e níveis de luz para torná-lo o mais acolhedor e harmonioso possível. Quartos, salas de estar, de TV, banheiros, cozinhas e escritórios têm suas necessidades específicas.

Quando falamos na iluminação de uma residência, é importante saber a faixa etária e os hábitos de seus moradores, tendo em vista, principalmente, que a acuidade visual vai diminuindo com a progressão da idade. Em uma casa em que vivem pessoas idosas, por exemplo, a iluminação deve ser mais reforçada.

Em um projeto luminotécnico, dividimos a iluminação em duas partes: técnica ou decorativa. Na primeira, vemos praticamente só o efeito da luz, que “decora”, ilumina e destaca elementos da decoração. Na segunda, assunto do nosso post, a luminária, em si, faz parte da decoração.

Vamos falar então, sobre dois dos elementos da iluminação decorativa, lustres e pendentes, que contam com algumas particularidades que os diferenciam. Acompanhe!

As diferenças entre lustres e pendentes

Apesar de serem basicamente a mesma coisa, esses elementos têm algumas diferenças estéticas que podem ser utilizadas de acordo com o gosto do cliente e as necessidades do ambiente e da decoração. Vamos a elas?

Lustres

O que caracteriza os lustres são os vários braços e o tamanho — tornando o acessório mais vistoso quando comparado a outros elementos de iluminação. Os lustres, por causa das lâmpadas aparentes, geralmente emitem uma luz mais geral, espalhando-se por todo o ambiente.

Podemos encontrar vários tipos de lustres, desde os mais antigos — vistos em museus, com muitas pequenas lâmpadas e até com velas — aos mais glamurosos — feitos com centenas de cristais. Hoje, são muito utilizados em ambientes mais requintados.

Pendentes

Pendentes contam, em geral, com uma iluminação mais direta, pois focam na superfície que estão iluminando. Na maioria das vezes apresentam uma lâmpada só, criando uma atmosfera mais íntima e acolhedora. No entanto, alguns modelos podem apresentar mais lâmpadas, iluminando mais o ambiente como um todo. Sua característica principal é um fio fazendo a ligação entre a superfície e sua base e não possuem vários braços como os lustres.

O pendente, apesar de também ser decorativo, oferece uma iluminação bastante funcional — por isso é muito utilizado para iluminar bancadas, mezaninos, escritórios, mesas de jantar, entre outros.

Como você pôde ver neste post, as diferenças entre lustres e pendentes são mínimas e há quem os defina como sinônimos. No entanto, algumas delas podem ser percebidas, havendo, por isso, nomes diferentes para cada um dos elementos.

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